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Educar é um eterno aprendizado.
Entender até onde podemos ir, se estamos certos ou exagerando demais,
é o grande desafio que a maternidade (e a paternidade) nos apresenta,
nesse tempo de excesso de liberalidade, onde, cada vez mais,
vemos muitos jovens se apresentarem sem limites, sem educação e sem rumo.
O que fazer?
Entrego os meus nas mãos de Deus, tentando instruí-los a seguirem o caminho do bem,
respeitando ao próximo, mas não abrindo mão dos seus objetivos,
agindo sempre de maneira correta e justa.
Estou no caminho certo?
Só o tempo me dirá...
E que Deus nos abençoe e guarde.
Aos meus filhos!
5.28.2010
Essa semana, dois dos meus três filhos, fazem Aniversário. É Incrível como passou rápido. Filipe fez 15 anos e Bruno fará 12. Apesar de me darem muito trabalho e preocupação, são eles um maior fonte de alegria da minha vida, junto com a nossa Júlia, que tem 8 anos.
Então, para homenageá-los, fui atrás de um texto que li uma vez. Aí está uma Mensagem especial para OS MEUS FILHOS!
Então, para homenageá-los, fui atrás de um texto que li uma vez. Aí está uma Mensagem especial para OS MEUS FILHOS!
Os Filhos
Gibran Kahlil
(Do Livro "O Profeta")
"Uma mulher que carregava o filho nos braços disse: "Fala-nos dos filhos."
E ele falou:
Vossos filhos não são vossos filhos.
São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma.
Vêm através de vós, mas não de vós.
E embora vivam convosco, não vos pertencem.
Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos,
Porque eles têm seus próprios pensamentos.
Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas;
Pois suas almas moram na mansão do amanhã,
Que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho.
Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós,
Porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados.
Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas.
O arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda a sua força
Para que suas flechas se projetem, rápidas e para longe.
Que vosso encurvamento na mão do arqueiro seja vossa alegria:
Pois assim como ele ama a flecha que voa,
Ama também o arco que permanece estável. "
Parabéns, Meus amores.
Gibran Kahlil
(Do Livro "O Profeta")
"Uma mulher que carregava o filho nos braços disse: "Fala-nos dos filhos."
E ele falou:
Vossos filhos não são vossos filhos.
São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma.
Vêm através de vós, mas não de vós.
E embora vivam convosco, não vos pertencem.
Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos,
Porque eles têm seus próprios pensamentos.
Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas;
Pois suas almas moram na mansão do amanhã,
Que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho.
Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós,
Porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados.
Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas.
O arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda a sua força
Para que suas flechas se projetem, rápidas e para longe.
Que vosso encurvamento na mão do arqueiro seja vossa alegria:
Pois assim como ele ama a flecha que voa,
Ama também o arco que permanece estável. "
Parabéns, Meus amores.
Desejo Que Deus esteja com vocês e sempre os proteja de todos os perigos.
Com amor, Sua mãe.
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Com amor, Sua mãe.
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Como é difícil educar!!!!!!!
7.11.2009
Estando insatisfeita,
exige atenção o tempo inteiro,
tiranizando-os."
Içami Tiba
Tenho passado apuros com meus filhos. Sempre me pergunto qual a melhor forma de educar, de colocar limites, de exigir o cumprimento das obrigações de cada um, sem me tornar uma carrasca. O que devo fazer para criar e educar pessoas boas, responsáveis, justas, honestas, saudáveis, compromissadas e responsáveis, sem que se sintam sufocados e nem soltos demais. E, Meu Deus, como é difícil educar, pois muito do que nos é imprescindível, para eles não passa de neurose de mãe!
Quando pequenos, eles dão muito trabalho, exigem dedicação, dia e noite, e parecem precisar mais de nós. Mas tenho sentido, na prática, que eles precisam mais ainda de nós quando crescem e aparecem, pois eles não "precisam" fisicamente, mas sim psicológicamente. Nós precisamos acompanhá-los de perto, discipliná-los para fazerem não só o necessário, mas o que é certo. Devido a isso, eu, que trabalhava fora o dia inteiro, de segunda a sábado e nas tardes de domingo, mudei completamente a minha rotina e, atualmente, trabalho 3 dias por semana em casa, e quando vou para a loja, eles já estão com as tarefas prontas (quando vejo que eles têm) e assunto do dia estudado, e não trabalho sábado e domingo. Mesmo assim, as notas deles estão indo morro a baixo e não sei mais o que fazer. Acho que eles estão tentando me tapear e não vêem que estão prejudicando apenas a eles mesmos.
Recebi os boletins na semana passada e fiquei muito triste com o péssimo desempenho deles (os dois mais velhos), porque eu os acompanhei pessoalmente enquanto estudavam para as provas, mas eles, mesmo assim, tiveram notas ruins, por pura falta de atenção. Pior: deixaram de entregar diversos trabalhos e deveres de casa, o que corroborou para uma queda maior ainda no aprendizado, no rendimento e, por consequência, nas notas. Aí me pergunto: Onde eu errei? Sei que eles foram e são irresponsáveis, mas o que eu estou fazendo para incentivar essa irresponsabilidade?
Meus filhos, modéstia à parte, são bons de coração, são educados e, em geral, obedientes, mas, principalmente o do meio (Bruno com 11 anos está na 5ª série - 6º ano), só estuda se eu estiver em cima dele mandando, conferindo, pressionando. Ele não se preocupa em cumprir prazos, em fazer as coisas bem feitas para a escola e demonstra desinteresse pelo ato de estudar em si. Adora ir para a escola, mas ainda não diferencia a hora de brincar da hora de estudar. Sei que não poderei ficar o tempo todo ajudando-o, pois ele se acostumou com isso, não quer fazer nada sozinho e sempre pede a minha ajuda e, se eu não o fizer, as notas ficarão piores ainda. Sei que isso o prejudica, porque na hora da prova, eu não estou lá para ajudá-lo. Fora isso, nunca fui professora e não sei ajudar no método de ensino que estão usando agora nas escolas. Chegamos então a um impasse, pois a escola ensina de um jeito e eu de outro, e ele fica no meio, sem saber de quem deve seguir as instruções.
Estou achando os conteúdos MUITO difíceis para as séries deles (5ª e 8ª) e os vejo não conseguindo acompanhar. Então, o que fazer? Qual a melhor forma de ajudar, sem atrapalhar ou criar dependência? Só eu estou errando, ou a escola está se omitindo também, ao ver tantas notas baixas e não buscar o motivo disso, num aluno que sempre foi elogiado e destaque nessa mesma escola (no caso do Filipe, 14 anos)? Estou procurando respostas. E conto com vocês para me ajudar nisso também, dizendo o que fariam se estivessem em me lugar.
Buscando algumas dessas respostas, estou lendo o livro que tem essa citação aqui em cima, e recomendo a todos os pais lerem:
DISCIPLINA - limite na medida certa - Autor: Içami Tiba.
Grande beijo.
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Pais e Filhos
Nocaute!!!!!!!!!!
11.05.2008
A vida é uma caixa de surpresas! Eu sou uma mulher independente, profissional, bem resolvida, boa mãe, e o fato de ser boa mãe me fez deixar muita coisa pra trás e dedicar hoje a maior parte do meu tempo aos meus filhos. Trabalho muito, mas consegui trazer boa parte desse trabalho para fazer em casa para acompanhar mais de perto a minha prole. E aí, viro as madrugadas trabalhando... E tempo pra mim que é bom... nada!
Meu marido é também uma pessoa excelente. É trabalhador e muito profissional, pai e marido de dar inveja, no entanto não tem, pela correira diária, muito tempo para a família. Essa função ficou mesmo comigo, junto com todas as outras, mas não acho ruim. Já estou acostumada.
Hoje, no entanto, levei um susto. Bruno, meu filho de 10 anos, estava às voltas com um trabalho valendo 10 pontos e, como faço sempre, fui ajudá-lo. Ele já tinha feito boa parte, mas estava confuso com algumas questões. O trabalho de ciências falava sobre a gestação, infância e adolescência. No final tinha um espaço para agradecer às pessoas que o trouxeram ao mundo por tudo, com as palavras dele.
Ví um coração e dentro estava escrito:
"Pai, eu te amo. Obrigada por me ensinar Matemática, Ciências, Geografia, tudo, e me dar tanto amor. Te amo demais. Bruno."
Como assim???? Não que ele, o pai não mereça, merece sim e muito mais, mas gente, quem ensina tudo da escola a ele sou eu!!!! Se ele falasse: Pai, obrigada pelas risadas, partidas de futebol que assistimos juntos, eu entenderia!!?!
Putis... que pancada! Fui nocauteada com essa. Será que ninguém vê o quanto estou me esforçando pra ser uma boa mãe... Não consegui evitar uma lágrima e saí de perto para que ele não visse. Mas ele viu. Que situação... não quero que ele me enalteça mais que ao pai, ou mude seu textinho só porque me viu chorando. Naquelas palavras estavam a mais pura verdade do seu coração. Mas onde estou errando, gente! Fiquei muito triste. E não é ciúme, para quem quer simplificar tudo. Acho que estou errando em algum ponto e não estou vendo, não sei em que.
Por fim, o bichinho ficou contrariado, me pediu desculpas, mudou o texto, e eu disse que a culpa não era dele, mas sim minha. Não queria que ele mudasse o texto, ou se sentisse culpado por expressar a sua verdade, mas os filhos não imaginam os baques e as alegrias que seus inocentes textos e desenhos podem nos trazer.
Não quero tirar a liberdade de expressão dos meus filhos. Mas que dói, dói, ler essas verdades tão verdadeiras!
E por falar em gratidão à mãe, hoje minha mãe esta fazendo aniversário e vou correr lá para enchê-la de beijos. Obrigada mãe, por tudo que fez e deixou de fazer por mim! Te amoooooooooooooooo!
E não se esqueça de visitar o canto de prosear. Bjos e fui!
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Mensagem à Família.
6.29.2008
Já sei!!!!!!!! Não ando escrevendo muitos textos meus... ando tão corrida, cansada... Sabe como é: filhos de recuperação, lojas vendendo pouco e devendo muito, meus pais viajando, empregados novos, e muita, muita enxaqueca...
Mas não acho certo deixar meu blog à deriva e sem escritos, então seleciono, com muito carinho, textos (que gosto) que se identificam completamente com o que sinto hoje e o que acredito ser verdade.
Boa semana para todos nós. Deus esteja conosco!
Na educação de nossos filhos
Todo exagero é negativo.
Responda-lhe, não o instrua.
Proteja-o, não o cubra.
Ajude-o, não o substitua.
Abrigue-o, não o esconda.
Ame-o, não o idolatre.
Acompanhe-o, não o leve.
Mostre-lhe o perigo, não o atemorize.
Inclua-o, não o isole.
Alimente suas esperanças, não as descarte.
Não exija que seja o melhor,
peça-lhe para ser bom e dê exemplo.
Não o mime em demasia, rodeie-o de amor.
Não o mande estudar, prepare-lhe um clima de estudo.
Não fabrique um castelo para ele,
vivam todos com naturalidade.
Não lhe ensine a ser, seja você como quer que ele seja.
Não lhe dedique a vida, vivam todos.
Lembre-se de que seu filho não o escuta, ele o olha.
E, finalmente, quando a gaiola do canário se quebrar,
não compre outra...
Ensina-lhe a viver sem portas.
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Relação filial X limites
6.25.2008
A educaçâo dos filhos é um tema constante nas minhas conversas com amigos, educadores, familiares. Na reunião semestral da escola, eu recebi esse texto e (nossa mãe!) achei-o perfeito!Sendo assim, o repasso (com os devidos créditos, como sempre), pois o que é bom, acho eu, pode e deve ser compartilhado. Boa leitura!
Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos progenitores. E com o esforço de abolir os abusos do passado, somos os pais mais dedicados e compreensivos, mas, por outro lado, os mais bobos e inseguros que já houve na história. O grave é que estamos lidando com crianças mais "espertas", ousadas, agressivas e poderosas do que nunca.
Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ter, passamos de um extremo ao outro. Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos. Os últimos que tiveram medo dos pais e os primeiros que temem os filhos. Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o julgo dos filhos. E o que é pior, os últimos que respeitaram os pais e os primeiros que aceitam que os filhos lhes faltem com o respeito.
À medida em que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudaram de forma radical, para o bem e para o mal. Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam as suas ordens e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais.
Mas, à medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram-se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, e, ainda que pouco, os respeitem. E são os filhos quem, agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem as suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. E, além disso, os patrocinem no que necessitarem para tal fim.
Quer dizer, os papéis se inverteram, e agora são os pais quem têm de agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso, como no passado. Isto explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para serem os melhores amigos e "tudo dar" a seus filhos. Dizem que os extremos se atraem.
Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos como eles.
Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter e de guiá-los enquanto não sabem para onde vão. Se o autoritarismo suplanta, o permissivismo sufoca. Apenas uma atitude firme e respeitosa lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os e não atrás, os carregando e rendidos à sua vontade.
É assim que evitaremos o afogamento das novas gerações no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino.
Os limites abrigam o indivíduo, com amor ilimitado e profundo respeito.
Gentileza de Mônica Monastério (Madri-Espanha)
Foto do google.
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Geração 8 ou 80!
6.20.2008
Estou aqui digitando e falando ao telefone com meu marido. Meu filho (com 10 anos) fica no outro ouvido me pedindo as cartas de Naruto, que guardei porque ele não fez as tarefas escolares, o outro (com 13 anos) me chamando lá da sala e a Júlia (6 anos) reclamando que ninguém a deixa falar, nem a escuta (e olha que ela passou a tarde inteira comigo!). Quando estamos no carro, tenho que marcar a vez de cada um falar, porque nenhum espera o outro terminar o que está falando, e atropela a conversa numa disputa desenfreada por atenção.
Por que as pessoas de hoje estão tão imediatistas e exageradas? Por que não sabem ouvir não, tornando-se até violentas e/ou extremanente emotivas e chantagistas, quando algo não as agrada?
Quando o assunto são os jovens, a grande "dúvida" paira sobre os pais e a educação que deram aos seus filhos. Será que a falta de limites, o excesso de proteção, ter sempre alguém pra fazer as coisas pra eles, a mãe e o pai trabalhando fora são os pilares reais de todos os problemas da nossa sociedade? Ou será que os pais também são vítimas? (Pensar que muitos pais dão tudo de si pelos filhos!)
Mas, e quando são os adultos que não sabem dizer, nem ouvir não, que lutam brigam e gritam o tempo todo, querendo se fazerem ouvir e até intimidar o outro? São os pais também os culpados? Será que só os pais, ou a falta deles, são responsáveis por tudo de errado que se faz?
Creio que o telefone celular, a internet, estão colaborando também para as pessoas serem cada dia mais imediatistas. Tudo tem que ser na hora, correndo. As pessoas hoje, simplesmente, não sabem esperar, e isso inclui todas as faixas etárias. É como se fôssemos donos da vida e do tempo do outro. Algumas pessoas se acham no direito de monitorar cada passo da outra pessoa, até celular com GPS já estão comprando, não pra encontrar o melhor caminho, mas para ver qual o caminho mais rápido para chegar e saber onde o outro está (com exceções, é claro).
E os relacionamentos amorosos perdem muito com isso, pois a falta de liberdade numa relação, o dar satisfação de tudo, o tempo todo, pode sim acabar com essa relação, porque sufoca demais. É preciso manter a individualidade, os amigos, os laços familiares, a liberdade (não confunda liberdade com libertinagem), para que ambos sintam-se livres para estar na relação e permanecer nela. E quando ela chega ao fim, é preciso saber aceitar que ambos tem livre arbítrio para estar junto ou terminar tudo. O fim de um relacionamento é uma decisão difícil para ambos, mas é normal. Sempre aconteceu e sempre acontecerá, porque somos humanos, erramos nas nossas escolhas, sofremos e precisamos resolver isso, pois não devemos continuar num relacionamento só para agradar o outro, a sociedade ou a família.
Vejo que o exagero está em tudo, é tudo 8 ou 80, e concordo com uma professora que tive que defendia: "Tudo em exagero torna-se defeito."
Temos que buscar encontrar o meio termo para educar, para amar, para brincar, para sofrer, para viver (e isso não significa ficar em cima do muro, mas sim entender que o mundo dá voltas e que, podemos sim, mudar de opinião, e rever nossos conceitos).
E que Deus nos ajude!!! Bom final de semana!
Texto: Cláudia Gonçalves
Foto: Google (bebê em miniatura feito de biscuit)
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O tempo não pára mesmo... parte 2
5.20.2008
Continuando a nossa prosa, hoje vou escrever sobre a evolução pela qual passamos nos últimos anos, tecnologicamente falando. Me lembro perfeitamente de um caminhão chegando na porta da minh
a casa, quando meus pais compraram a primeira televisão colorida e a primeira radiola (isso mesmo, radiola...), que tinha um rádio enorme de um lado com um botãozão que ficavámos tentando sintonizar e o toca-discos de vinil do outro... Nossa! Que coisa maravilhosa... Eu nem imaginava o que estava por vir. Quem, nos anos 70, pensava em CD, DVD, Celular, Internet, Satélite... e TV Digital, então? A Internet revolucionou o mundo mesmo... tudo circula numa velocidade impressionante e a tecnologia tem que correr muito para alcançar os desejos da população, bem como para inovar.
a casa, quando meus pais compraram a primeira televisão colorida e a primeira radiola (isso mesmo, radiola...), que tinha um rádio enorme de um lado com um botãozão que ficavámos tentando sintonizar e o toca-discos de vinil do outro... Nossa! Que coisa maravilhosa... Eu nem imaginava o que estava por vir. Quem, nos anos 70, pensava em CD, DVD, Celular, Internet, Satélite... e TV Digital, então? A Internet revolucionou o mundo mesmo... tudo circula numa velocidade impressionante e a tecnologia tem que correr muito para alcançar os desejos da população, bem como para inovar.
Também é preciso lembrar das gírias... Os que chamávamos de CDF, agora são os NE
RDS... Os malandros? Bad Boys... Gírias como: é massa, caracas, tá lascado, bicho, pô cara, foram substituídas por outras como véi, é do caralho, fudeu, escroto, e outras tão esquisitas, feias e sem sentido, que nem vou citar aqui. Uma vez levei um tapace na boca porque falei: - "falou bicho!", pro meu pai.Pensa se fizermos isso hoje com nossos filhos? Impossível. Precisamos sim, impor limites, mas é necessário reconhecer e aceitar que essa é a "língua" da turma de hoje (muito esquisita, por sinal).
RDS... Os malandros? Bad Boys... Gírias como: é massa, caracas, tá lascado, bicho, pô cara, foram substituídas por outras como véi, é do caralho, fudeu, escroto, e outras tão esquisitas, feias e sem sentido, que nem vou citar aqui. Uma vez levei um tapace na boca porque falei: - "falou bicho!", pro meu pai.Pensa se fizermos isso hoje com nossos filhos? Impossível. Precisamos sim, impor limites, mas é necessário reconhecer e aceitar que essa é a "língua" da turma de hoje (muito esquisita, por sinal). Com tudo isso, eu sou obrigada a concordar com a "galera": realmente, eu sou agora Dona Cláudia (e não mais a Claudinha, o que quer dizer: estou ficando velha!!!!), porque não consigo me acostumar a isso. Gente, toda vez que converso com um dos meus filhos, de 13 e 10 anos no MSN, é uma confusão (kkkkkkkkkk). Corrijo-os o tempo todo. É um tal de blz, tdbm, pow cara, falow, tamuaí, que me irrita!!! Mas eles explicam que é papo de adolescente... que se escreverem certinho, serão taxados de NERD... acredita? E pior, afirmam que os NERDS são excluídos de tudo. Como pode? Fico danada da vida, explico que escrever certo é obrigação e não vergonha para ninguém. Mas não adianta... o bate-papo na internet é o maior inimigo da Língua Portuguesa. Se não tomarmos cuidado, eles vão fazer as redações em gírias... já pensou?
Lembro-me bem quando minha irmã caçula ganhou um video-game. Era tão difícil jogar! E mais difícil ainda era deixar as brincadeiras de rua, com os amigos, para ficar ali, parada, na frente de uma tv, jogando sozinha... Hoje, minha filha, de 6 anos, daria show naquele joguinho e, como eles dizem, acharia muito "páia". Eles querem velocidade, luta, guerras, montar verdadeiros cenários e estilos de vida em The Sims, Barbie, Crash (e olhe lá?!)etc.
É uma luta para tirar essa meninada de hoje, da frente de um computador ou do video-game. Aqui em casa, proibimos um tal de GTA. Achamos o jogo muito violento. Esses dias recebi um monte de telefonemas dos colegas deles dizendo que não tinha nada haver. Que GTA é muito legal. Meu filho me disse: Mãe, você acha que eu vou virar ladrão? Fiquei pasma, olhando pra ele!!!
Aí, sou obrigada a dizer de novo:
PÁRE O TREM QUE EU QUERO DESCER!!!!!!!!
Por hoje fico por aqui... mas essa prosa continua...
Beijos em prosa.
Texto escrito e postado por Cláudia - Fotos do Google
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Seu marido te faz feliz?
5.17.2008
"Durante um seminário para casais, perguntaram à esposa: - "Seu marido lhe faz feliz? Ele lhe faz feliz de verdade?" Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando segurança. Ele sabia que sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento. Todavia, sua esposa lhe respondeu com um: -"Não", bem redondo... -"Não, não me faz feliz". Neste momento, o marido já procurava a porta de saída mais próxima. "- Não me "faz" feliz... Eu sou feliz. O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele e sim de mim", continuou dizendo: -"Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade. Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se a minha felicidade dependesse outra pessoa, coisa ou circunstância, sobre a face da terra, eu estaria com sérios problemas. Tudo o que existe nesta vida muda constantemente... O ser humano, as riquezas, meu corpo, o clima, meu chefe, os prazeres, etc. Minha felicidade depende de mim. Há pessoas que dizem: - Hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor ou muito frio, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque alguém não soube me dar valor. Termino esse texto deixando uma outra pergunta: Vocês não acham muita responsabilidade deixar a nossa "FELICIDADE" nas mãos de outras pessoas?"
CREIO QUE HOUVE UM SILÊNCIO GERAL. MAS ASSIM COMO O PERDÃO, A FELICIDADE É UMA OPÇÃO E NÃO UMA CONDIÇÃO DE VIDA! OPTE POR SER FELIZ TODOS OS DIAS DA SUA VIDA, INDEPENDENTE DA CONDIÇÃO EM QUE ESTEJA VIVENDO... SEJA FELIZ!!!
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Mamãe.com
5.13.2008
1a. Convenção Familiar - Temporada 2008
"Queridos Filhos!
Em primeiro lugar, Mamãe gostaria de agradecer a presença de todos nesta Primeira Convenção Familiar. Mamãe sabe como foi difícil abrir um espaço nas agendas de cada um de vocês: Papai tinha uma lavagem de carro praticamente inadiável, Júnior já tinha marcado de se trancar no quarto, Carol estava para receber pelo menos três telefonemas importantíssimos de uma hora e meia cada um. Mamãe está comovida. Muito obrigada.
Bem, conforme Mamãe já tinha mais ou menos antecipado, esta convenção é para comunicar ao público interno - Papai, Júnior e Carol - todas as modificações nos produtos e serviços da linha Mamãe. Como vocês sabem, a última vez que Mamãe passou por reformulações foi há 14 anos, com o nascimento do Júnior. De lá para cá, os hábitos e costumes, o panorama cultural, a economia e o mercado passaram por transformações radicais. Mamãe precisa acompanhar a evolução dos tempos, sob pena de ver sua marca desvalorizada.
Para começar, Mamãe vai mudar a embalagem. Mamãe sabe que esta é uma decisão polêmica, mas, acreditem, é o que deve ser feito. Mamãe sai desta convenção direto para um spa, e de lá para uma clínica de cirurgia plástica. Nada assim tão radical. Haverá pouquíssimas alterações de rótulo, vocês vão ver. Mamãe vai continuar com praticamente o mesmo formato, só que com linhas mais retas em alguns lugares e linhas mais curvas em outros. Calma, Papai! Mamãe já captou recursos no mercado. Mamãe vai ser patrocinada por uma nova marca de comida congelada. Lei Rouanet, porque Mamãe também é cultura.
Junto com o lançamento da nova embalagem de Mamãe, no entanto, acontecerá o movimento mais arriscado deste plano de reposicionamento. Sinto informar, mas Mamãe vai tirar do mercado o produto Supermãe. Não, não, não adianta reclamar. Supermãe já deu o que tinha de dar. Trata-se de um produto anacrônico e superado, antieconômico e difícil de fabricar. Mamãe sabe que o fim da Supermãe vai aumentar a demanda pela linha Vovó, que disputa o mesmo segmento. Paciência. Você não pode atender todos os públicos o tempo todo.
No lugar da Supermãe, Mamãe vai lançar (queriam que eu dissesse 'vai estar lançando', mas eu me recuso) novas linhas de produtos mais adequados à realidade de mercado. Vocês vão poder consumir Mamãe nas versões Active (executiva e profissional), Light (com baixos teores de pegação de pé), Classic (rígida e orientadora), Italian (superprotetora) e Do-It-Yourself (virem-se, fui passear no shopping). Mas uma de cada vez, sem misturar. Ah, sim, Mamãe detesta esses nomes em inglês, mas me disseram que, se não for assim, não vende.
Mamãe gostaria de aproveitar a oportunidade para lançar seus novos canais de comunicação. De hoje em diante, em vez de sair gritando pela casa, vocês vão poder ligar para o SAC-Mamãe, um 0300 que dá direto no meu celular (apenas 27 centavos por minuto, mais impostos). Mamãe também aceita sugestões e críticas no endereço mamae@mamae.net.
Mais uma vez, Mamãe agradece a presença e a atenção de todos. "
Autoria Desconhecida
Transcrito do blog acendedordelampadas.blogspot.com, da minha amiga Patty.
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O que me faz feliz?
A Patrycia me perguntou em seu blog
o que me faz feliz e vou aqui responder:
Ser amada de verdade,
Ter na alma a caridade,
Ver meus filhos com saúde,
é a mais pura felicidade.
Ter meu esforço reconhecido,
Ter comida na mesa,
Ajudar os que precisam,
Não sofrer com a aspereza.
Viver longe das mentiras,
Não mandar nenhum recado,
Ter a raça de falar o que penso,
Olhando nos olhos da pessoa citada.
Nunca correr da raia,
Viver em plena alegria,
Não dever dinheiro a ninguém,
Ser grata aos favores também.
Sentir que Deus está ao meu lado,
Não ferir nem machucar ninguém,
preparar meus filhos para serem amados,
e para amarem de verdade também.
Ver quem amo feliz...
Tudo isso me faz muito bem.
E você? O que te faz feliz?
Por Cláudia
Foto da minha filha Júlia
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Nossos pais.
4.07.2008
Os nossos pais amam-nos porque somos seus filhos,
é um fato inalterável.
Nos momentos de sucesso,
isso pode parecer irrelevante,
mas nas ocasiões de fracasso,
oferecem um consolo e uma segurança
que não se encontram
em qualquer outro lugar.
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Oração pelos Filhos!
3.27.2008
Ó Deus, Pai de todos os homens,
a Vossa lei me lembra o sagrado dever
de educar os meus filhos segundo a
santa religião para a virtude e o céu.
Eles pertencem mais a Vós do que a mim.
Das minhas mãos os pedireis um dia.
É a Vossa palavra:
"Se alguém não tem cuidado dos seus e
sobretudo dos de sua casa, negou a fé e
é pior que o infiel" (I Tim 5,7).
Além do bem-estar temporal dos meus filhos
me confiaste a maior responsabilidade:
a santificação de suas almas.
Assisti-me, Senhor, e iluminai-me para que eu conheça
as minhas obrigações e concedei-me a firme vontade e
o máximo cuidado em cumpri-las.
Moderai o nosso amor natural:
quantas vezes nos tornamos cegos em seus erros,
perdoando-os facilmente, sem mostrar-lhes suas faltas
e os prejudicando intensamente.
Dai-me inteligência para usar da severidade
quando esta for necessária;
dai-me brandura quando me faltar a paciência.
Livrai-me, Senhor, de todo o escândalo,
para que sirva de modelo aos meus filhos,
em tudo quanto é justo, bom e louvável.
Santificai, Deus de toda santidade, os meus filhos,
para que Vos amem e respeitem;
dai-lhes docilidade e obediência para que se tornem perfeitos.
Não Vos peço riquezas para eles, e sim saúde e força
para se manterem na vocação que Vós lhes destinastes.
Preservai-os da escravidão das más paixões;
conservai-lhes a pureza no meio deste mundo depravado.
Concedei, Senhor, aos meus filhos boas companhias e
exemplares guias;
antes quero vê-los mortos do que vê-los em vida perdida.
Eu Vos entrego, ó Pai de bondade, cada um de meus filhos
para os protegerdes e salvardes por toda a vida.
Assim tenho a firme esperança de poder dizer um dia:
"Senhor, daqueles que me confiastes não perdi nenhum".
Amém.
Autor desconhecido
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