"Enfim você chegou!
Respire fundo. Sorria.
Deixe suas preocupações de lado.
Receba o melhor que esse mundo tem a lhe oferecer,
afinal de contas,
você merece.

Entre e sinta-se em casa!"

Um agudo!

8.04.2008

Hoje, conversei com uma amiga, sobre como estava feliz por ter conseguido "fazer" um agudo. Sim! Depois de uma rouquidão de mais de 15 dias, finalmente, meu agudo voltou! Cancelei os cânticos dos Salmos, coral... e como é difícil para mim ficar sem cantar! Essa mania de só dar valor às coisas que temos quando as perdemos, tem me chamado a atenção. Só um músico tem idéia da falta que faz poder cantar e contar com os timbres mais altos. Mas era só começar a tentar cantar que não parava de tossir e na hora de fazer um agudo, por mais leve que fosse, minha voz desaparecia... Ufa! Então, para tentar evitar a rouquidão em mim (de novo) e em vocês, decidi pesquisar e postar algumas colocações que podem nos ser úteis: A rouquidão pode ser causada por um problema na garganta e/ou também por nervosismo, ansiedade, etc. Segue abaixo a classificação vocal (resumo de como se divide) e uma matéria sobre como o estado emocional de uma pessoa também pode atingir a voz. Caso te interesse ler, boa leitura. Classificação Vocal (ver site http://www.mvhp.com.br/) Este assunto é muito importante pois muitas vezes acontece de não conseguirmos alcançar tons muito agudos (finos) ou muito graves (grossos) sem saber que isso se dá porque temos um naipe vocal característico. Existem 3 classificações básicas para a voz masculina e para a voz feminina como indicado abaixo: HOMENS / MULHERES BAIXO (Voz Grave) / CONTRALTO (Voz Grave) BARÍTONO (Voz Média) / MEIO-SOPRANO ou MEZZO-SOPRANO (Voz Média) TENOR (Voz Aguda) / SOPRANO (Voz Aguda) Para saber a sua classificação vocal, você tem de ser avaliado por um professor de Canto/Técnica Vocal que irá, através de exercícios vocais (vocalises) classificar sua voz dentro das três opções acima.

Por Carolina Hungria Em 1994, Eliana Barros, que trabalha no Departamento de Divulgação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, começou a perder a voz. Preocupada com a persistente rouquidão, decidiu procurar um especialista e fazer alguns exames. Para sua surpresa, descobriu que boa parte do seu problema tinha um fundo emocional. "Cada um descarrega seus problemas em algum lugar diferente do corpo", conta Eliana. "No meu caso, todo o estresse acumulado, a pressão do trabalho e minhas preocupações iam direto para a laringe e, assim como algumas pessoas ficam com o pescoço ou o ombro duro, eu acabo ficando sem a voz." A fonoaudióloga e professora Lilian Ricz, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, lembra que a voz não representa apenas uma forma de passar o som. "Reparando no seu timbre, sabemos muito sobre a personalidade, estado emocional e saúde de uma pessoa." Beth Amim, fonoaudióloga e professora de voz do Coralusp, conta, de maneira simplificada, que nós temos dois tipos de músculos que trabalham na emissão dos sons: um para fazer sons graves e o outro responsável pelos sons agudos. "O músculo dos sons graves é aquele que usamos para falar o dia inteiro. Já o do agudo usamos basicamente para cantar e esse precisa ser trabalhado com exercícios para ser desenvolvido corretamente." Não só problemas de estresse, mas também o mau uso podem levar a graves doenças da voz. "Quem fala gritando e quem coloca a ressonância no lugar errado pode desenvolver até mesmo calos vocais", diz a especialista. Por isso é que profissionais como professores, telefonistas e cantores estão incluídos no "grupo de risco da voz". O Ministério da Saúde estima que mais de R$ 100 milhões sejam gastos anualmente com licenças, afastamentos e readaptações da disfonia. Tomando como exemplo os professores do ensino fundamental e médio, que são cerca de 3,8 milhões no Brasil: O Ministério da Saúde estima que 25 mil estão ou serão, num futuro próximo, afastados para tratamentos de laringe e cordas vocais. Claudinei Oliveira trabalha no Departamento Pessoal da Faculdade de Medicina da USP e conta que fala o dia todo ao telefone com outros funcionários da unidade. "Não acontece sempre, mas, às vezes, chego ao fim do dia com a voz cansada, meio rouca", conta. Oliveira já chegou uma vez a perder a voz por causa de uma gripe, somada ao seu cotidiano no trabalho. É importante que uma pessoa procure ajuda de um médico caso o problema de rouquidão e pigarro persista por mais de uma semana. Segundo especialistas, esses sintomas podem ser indicadores do câncer de laringe, que tem 15 mil casos registrados no País todos os anos, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Laringologia e Voz. As chances de curar essa doença chegam a 95% com o diagnóstico precoce, mas, com a falta de informação, cerca de 8 mil pessoas morrem por ano deste tipo de enfermidade. "Só um especialista pode descobrir se o paciente que está rouco ou com excesso de pigarro pode estar passando por um processo inflamatório, ou algo mais severo", defende Lilian. Ela lembra que o Brasil é o segundo país no mundo em incidência de câncer na laringe. "Os principais fatores de risco são cigarro e histórico familiar." "Algumas pessoas têm problemas de voz por causa do refluxo gastro-esofágico, que pode levar até a um edema na laringe. Nesse caso, o paciente terá restrições alimentares muito parecidas com quem tem gastrite, como parar de comer gordura, derivados de leite e alimentos picantes", afirma Beth, do Coralusp. No caso de Eliana, que trabalha na FFLCH, uma dieta balanceada foi um dos primeiros passos para a cura. "Freqüento um endocrinologista e mudei minha dieta, acrescentando mais verduras e legumes, tirando bebidas geladas e até o café", detalha. "O mais importante é levar a sério a mudança na sua vida. Há nove anos me cuido muito, fazendo massagem relaxante e exercício três vezes por semana." A fonoaudióloga Beth também alerta que as mulheres, em geral, são mais sensíveis aos problemas vocais do que os homens, por motivos como hormônios e a própria constituição da prega vocal. "Os homens produzem mais ácido ialurônico, que diminui o atrito na corda vocal", diz. Numa pesquisa informal realizada entre os seus alunos do coral, Beth também percebeu que as mulheres de voz aguda sofrem mais do que as com voz grave, boa parte delas por não usar corretamente a ressonância. Um mito que também pode agravar problemas da laringe é o do álcool, usado para "esquentar" a voz. Na verdade, a bebida funciona como qualquer outra droga, amortecendo as sensações e enganando a pessoa que está com dor. Apelos como gargarejos, pastilhas e sprays, se não forem indicados por um médico, também podem agravar o quadro da doença. E não só os adultos sofrem com as doenças da voz. Por mais ignorada que seja, a incidência de problemas nas crianças também é grande. Segundo a fonoaudióloga Lilian, o desenvolvimento de falhas vocais depende muito do hábito do menor e da sua família. "A televisão estimula o grito, os grunhidos e a imitação de sons feitos por personagens de desenhos animados. Forçar a laringe desta forma pode causar sérios danos nas cordas vocais", diz a especialista. O pico de incidência de problemas nas crianças está na faixa etária que vai dos 7 aos 9 anos. "Infelizmente, muitos pais acham a rouquidão algo normal e nem sempre procuram um médico, achando que o estado é passageiro". Além de alguns cuidados básicos com a saúde da laringe, Beth recomenda: "Se conheça e se respeite. Se você sabe que algo não faz bem a você, não faz bem para a sua voz, então evite". Dicas da fonoaudióloga e professora Beth Amim para manter uma voz saudável: - Mantenha-se bem hidratado. Beba dois litros de água por dia. Chás e sucos também são uma boa pedida. - Durma bem, oito horas por dia ou ao menos a quantidade de tempo que o seu corpo exige. - A TPM e o inchaço pré-menstrual podem acarretar problemas na voz de mulheres. Se a TPM prejudica sua voz, tente falar menos durante o período e não force a laringe. - Cuidado com lugares muito barulhentos, como bares e boates. Se a pessoa grita muito e força a voz, pode acabar com uma hemorragia nas pregas vocais. - Comer maçã é bom para trabalhar a musculatura da boca, fazendo um relaxamento na região. A fruta também é um adstringente para a garganta.

4 amigos proseando comigo!:

Paula 4 de ago de 2008 20:39:00  

Ei Cláudia! Você canta! Acho lindo que canta...

beijos

Dois Rios 4 de ago de 2008 22:16:00  

Eu já tinho lido no seu perfil que você é coralista, mas não sabia a importância disso pra você.

Acho lindo quem canta. Sei lá, a impressão que eu tenho é de que são pessoas mais suaves e profundamente sensíveis.

Que você continue (en)cantando a vida!

Beijo,

Patrycia 6 de ago de 2008 11:28:00  

Oi Clau, é aquilo que estávamos falando. Só damos a devida importância quando estamos prestes a perder... Ou já perdemos... Sua rouquidão foi um exemplo.

Espero que esteja bem.

Bjão pra ti!

Anônimo 8 de fev de 2010 08:41:00  

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Creio, com toda a minha alma, que o meu Deus está no comando de cada ato, gesto, acontecimento, sentimento, pessoa ou coisa, que entra ou sai da minha vida. Ele cuida de mim, e dos meus, o tempo todo, e sou infinitamente grata a Ele por isso.

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